Petiscos

Pezinhos de Coentrada (Alentejo)

pezinhos de coentrada

Os pezinhos de coentrada são um dos muitos aperitivos de referência da riquíssimo cozinha tradicional alentejana. Como noutros comeres da região, também este prato transforma ingredientes simples em iguarias de eleição pelo prodígio dos alhos e dos coentros.

Este prato típico é geralmente servido sob a forma de sopas de pão, tão marcantes na  gastronomia do Alentejo. Existem várias formas de o preparar, algumas delas com carne de borrego, mas a receita original é feita com pezinhos de porco.

Pastéis de Bacalhau

pastéis de bacalhau

Esta especialidade da cozinha tradicional portuguesa é conhecida por pastéis de bacalhau, nas regiões centro e sul de Portugal, e por bolinhos de bacalhau, no norte do país. A primeira receita oficial data de 1904.

Estes pastéis podem ser servidos como entrada ou como acompanhamento de arroz de tomate ou salada de feijão-frade; são ainda muito populares como petisco em adegas e tavernas típicas em Portugal e em países lusófonos, como Angola e Brasil. Em várias regiões do país, são tradicionalmente servidos nas celebrações natalícias. São também comummente feitos como aproveitamento das sobras do bacalhau e batatas do Natal, à semelhança da Roupa Velha, podendo ser congelados e aproveitados em várias ocasiões, nomeadamente no Ano Novo.

Tripas Enfarinhadas (Douro e Minho)

tripas enfarinhadas

A tripa enfarinhada é um enchido tradicional do norte de Portugal, sobretudo nas regiões Douro e Minho. Os ingredientes principais são as tripas enfolhadas de porco, a farinha de milho, os cominhos e a pimenta. Por norma, são fritas e cortadas em rodelas longas. Encontram-se disponíveis à venda em talhos ou até nas grandes superfícies comerciais. No entanto, sobretudo para quem gosta de lidar com os tachos, a receita caseira tem outro sabor e carrega em si os saberes da cozinha tradicional portuguesa.

Estas tripas servem tradicionalmente de acompanhamento a pratos como os Rojões à moda do Minho, podendo também ser servidas como entrada ou simplesmente como petisco.

Muxama de Atum com Amêndoas do Algarve

muxama de atum

Há quem chame presunto do mar a esta iguaria tradicional do Algarve, mais concretamente da região de Vila Real de Sto. António, que consiste em lombos de atum salgados e secos. A técnica para obter a muxama foi desenvolvida pelos povos mediterrânicos, há mais de 2000 anos, que usavam os melhores lombos do atum para depois os salgarem e secarem ao sol. Após 10 ou 12 dias de salga e secagem, dependendo da grossura, a muxama está pronta a comer, fatiada finamente, como entrada, petisco ou em saladas.

Ingredientes: