Polvo à Antiga

Polvo à Antiga

Esta é uma receita de polvo assado no forno, com batatas e pimentos, generosamente regados com azeite. Sendo o polvo, a par do bacalhau, uma presença marcante à mesa das famílias portuguesas nas celebrações natalícias, esta receita é uma excelente alternativa ao prato tradicional.

Ingredientes:

Sopa Seca do Cozido à Portuguesa (Minho)

sopa seca do cozido à porttuguesa

Esta sopa, oriunda da região do Minho, é feita com o aproveitamento das sobras do Cozido à Portuguesa, sendo uma variante da tradicional sopa caldosa do cozido. Por todo o país as há, com pequenas alterações no modo de confeção ou na junção de ingredientes, mas no essencial são todas elas muito idênticas à sopa minhota.
Caso não tenham sobrado do cozido quantidades suficientes dos ingredientes necessários para a sopa, poderá preparar ingredientes de modo a perfazer as quantidades indicadas ou então adaptá-las, fazendo uma sopa mais pequena.

Ingredientes:

Rojões à Moda do Minho

rojões à moda do Minho

Este prato de carne, típico da região do Minho, é um dos mais tradicionais da cozinha portuguesa. É confecionado com ingredientes diversos, que lhe dão um colorido e aparência peculiar, começando pela carne de porco cortada em cubos – designados rojões – tripas enfarinhadas, chouriço, fígado e sangue.

No Minho, os rojões são tradicionalmente servidos com rodelas de limão e raminhos de salsa, sendo também acompanhados com arroz de sarrabulhopapas de sarrabulho ou arroz branco.

Moamba de Galinha (Angola)

moamba de galinha

A Moamba (ou Muamba) de Galinha é um dos pratos mais populares de Angola, sendo uma belíssima demonstração da cozinha tradicional daquele país. A receita, além da galinha, é feita com ingredientes como óleo de palma, quiabos, gindungo (piripiri), cebola, abóbora e alho.

Uma receita muita saborosa e igualmente calórica, tradicionalmente servida com Funge de milho ou de mandioca.

Charque Farroupilha

charque

A Revolução Farroupilha, também conhecida por Guerra dos Farrapos, deu-se no Rio Grande do Sul e foi a mais longa revolta brasileira (1835-1845). Na época, esta região do Brasil tinha uma economia baseada na criação de gado e na produção de charque (carne seca), couro, sebo e graxa, que se destinavam ao mercado interno. O charque era vendido em todas as províncias (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e na região nordeste), pois era usado na alimentação dos escravos.

Os produtores gaúchos reclamavam dos altos impostos cobrados pela entrada de seus produtos nas outras províncias e da concorrência “desleal” do Uruguai e da Argentina, países que também produziam e vendiam charque para o Brasil, mas que pagavam um imposto alfandegário baixo. Assim, os produtos importados eram muitas vezes mais baratos que os provenientes do Rio Grande do Sul, o que estava a arruinar a economia gaúcha. A 20 de setembro de 1835, os rio-grandenses, conhecidos como farroupilhas (palavra usada para ridicularizar os simpatizantes das ideias liberais), revoltaram-se contra o governo, obrigando o presidente da província a fugir. A partir de então, a cada 20 de setembro se assinalam os ideais da Revolução Farroupilha, que tinha como objetivo melhorar as condições económicas de Rio Grande do Sul. E é assim que, todos os anos, os gaúchos reafirmam o orgulho nas suas origens.