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Bacalhau à Gomes de Sá
O Bacalhau à Gomes de Sá é uma receita da cozinha tradicional portuguesa, tendo recebido o nome do seu criador. É um prato de peixe, típico do norte de Portugal, criado por José Luís Gomes de Sá, um conhecido comerciante de bacalhau do Porto.
A receita é simples e relativamente rápida, sendo o bacalhau cortado em pequenas lascas marinadas em leite. Vai depois ao forno, com azeite, alho, cebola, sendo servido com azeitonas pretas, salsa e ovos cozidos.
Polvo Assado no Forno (Açores)
O polvo é um alimento de excelência em termos nutricionais e nas utilidades culinárias que lhe podemos dar - cozido, frito, guisado, grelhado ou estufado, liga-se na perfeição aos demais ingredientes, criando pratos deliciosos. Mas, apesar de ter uma grande expressão na cozinha portuguesa, de serem várias as formas de o confecionar, da sua presença marcante (de norte a sul do país) na ceia da Consoada, as receitas de polvo que têm maior relevância gastronómica são as dos Açores. Exemplo disso é esta receita, que representou o arquipélago na eleição das 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa, na categoria dos pratos de peixe, tendo sido uma das finalistas.
O polvo assado no forno é confecionado em todas as ilhas dos Açores, de diversas formas, mas foi em Ponta Delgada, nas décadas 50 e 60 do séc. XX, que a receita adquiriu o estatuto que lhe permitiu tornar-se um ex-libris gastronómico, sendo um prato de referência na ceia de Natal.
Coelho à Caçador
Esta receita tem as suas raízes na tradição da caça ao coelho bravo. A facilidade de reprodução deste animal e o elevado número que podem atingir foram os grandes impulsionadores para que os homens os caçassem, a fim de protegerem as colheitas. As peles do coelho poderiam ser comercializadas ou usadas para fazer brincadeiras com as crianças das aldeias.
A carne do coelho bravo, com o seu sabor característico, rapidamente se tornou na base de diversos pratos tradicionais, havendo verdadeiros comensais em volta da mesa para saborear o fruto de uma caçada bem sucedida.
Gnocchi (Itália)
O gnocchi, também designado no Brasil nhoque ou inhoque, é um prato tradicional italiano, amplamente difundido em todo o mundo.
Trata-se de um acompanhamento de um prato principal, preparado à base de batata ou farinha de trigo.
A receita é muito antiga e teve origem no norte de Itália, tendo sido difundida pelos romanos durante o império. No início, era feito à base de água e semolina, Somente por volta de 1700 é que a batata foi introduzida e talvez tenha sido ela a responsável pela popularização do prato. Mais tarde, foram introduzidas novas versões, preparadas com abóbora, espinafre e mandioca.
A cozedura do gnocchi é rápida e, embora o prato seja feito com ingredientes simples, a receita tem alguns segredos para ficar no ponto. Precisará sobretudo de prática e paciência para aperfeiçoar a técnica e perceber qual a quantidade de farinha necessária para que a massa dos gnocchi fique leve e fofa. Além da quantidade de farinha, é importante cozinhá-los em água bem quente, e fazê-lo pouco antes de servir, para assegurar que os gnocchi não secam demasiado e mantêm a sua leveza característica.
Ingredientes:
Canja de Borrego Beirã
A canja de borrego é uma sopa tradicional beirã, concorrente às 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa. A sua candidatura foi feita com o intuito de promover a carne de borrego da Beira, que é um produto de excelência desta região de Portugal.
A canja de borrego é tradicionalmente confecionada numa panela de ferro, com ingredientes que marcam os sabores da região, como o azeite, a cebola e a cenoura. Esta é uma sopa com um sabor forte, característico do borrego, muito estimada pelos apreciadores desta carne.










